Observação
 

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Mitos sobre o câncer

Você já percebeu que, com frequência e há muito tempo, escutamos na grande mídia notícias sobre novas e promissoras pesquisas em diferentes formas de tratamento para o câncer, assim como sobre a descoberta de diferentes fatores que afetam a doença? Mas o que acontece na hora da verdade? Na hora em que nos deparamos com a dramática situação de termos de procurar por um tratamento para esta doença?

Uma das coisas mais surpreendentes no que diz respeito ao câncer é o fato de que, no meio médico e hospitalar convencional, apesar de todas as pesquisas e vultosos investimentos, apenas três formas de tratamento (com poucas alterações, especialmente com relação à químio) continuam sendo apresentadas há mais de 50 anos, desde os primórdios da suposta corrida pela “cura” desta assustadora doença. O que é muito pouco divulgado é que estas restritas opções, já há algum tempo e na maioria dos casos, têm conduzido a resultados muito pequenos ou mesmo pífios (BAILAR, 1986). Mas, apesar disso, elas continuam a ser apresentadas como as únicas alternativas, enquanto, na realidade, existem inúmeras outras formas de tratamento que têm sido sistematicamente ignoradas pelos meios dominantes. Um dos argumentos mais usados para sustentar este estado de coisas tem sido o da chamada “comprovação científica”. Contudo, ironicamente, é a própria ciência que revela a falta de efetividade dos tratamentos convencionais e, ao mesmo tempo, aponta para a importância de se levar em conta outros fatores que têm sido reiteradamente desconsiderados pelos meios médicos hegemônicos.

Infelizmente, o estado atual daquilo que é regularmente oferecido como forma de tratamento para o câncer tem sido sustentado por uma série de crenças e informações, supostamente científicas e confiáveis, que induzem a maioria das pessoas a se submeterem contínua e exclusivamente aos tratamentos convencionais, mesmo que muitas vezes eles não levem a resultados minimamente satisfatórios e que até acabem trazendo mais prejuízos do que benefícios à vida e à saúde daqueles que se submetem a eles. Ocorre que, em razão de poderosos interesses econômicos, mas também por causa de egos muito inflados, há um grande processo de ocultação e mesmo de obstrução para que se siga por caminhos que poderiam efetivamente levar à cura ou, pelo menos, a uma grande melhora na qualidade de vida das pessoas em tratamento. É no intuito de desfazer estes MITOS que criamos esta página do nosso site.

Veja bem, não somos contra os tratamentos convencionais, mas ao fato de que eles sejam usados de forma indiscriminada e exclusiva, como se não existisse uma infinidade de evidências, tanto empíricas quanto científicas, que têm apontado para novas formas de abordagem, que podem ser muito mais eficientes que as convencionais, assim como para importantes fatores que têm sido sistematicamente ignorados pela imensa maioria dos médicos e dos centros de tratamento de câncer.

 

 

Referências:

 

BAILAR, J. C., SMITH, E. M. Progress against cancer? New England Journal of Medicine, v. 314, p. 1226-1632, 1986

 

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Célula de câncer

A primeira coisa que uma pessoa aprende quando começa a buscar as soluções para o câncer é esta: cortar todo açúcar.  O açúcar é o alimento do câncer e a primeira medida para iniciar o tratamento é eliminar sua ingestão.

Esta é a primeira coisa que recomendo aos meus pacientes com câncer.

Esta é, sem dúvida, a primeira coisa a fazer. Mas atenção… todo açúcar é ruim?

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