Por que adquirimos doenças graves

Monja Cohen

Colaboração de Meire Navarro Fujioka

 

Transcrição do vídeo

 

 

No budismo, nós dizemos que as doenças existem e que elas fazem parte da nossa natureza humana. E quando nós somos acometidos por alguma doença, nós não consideramos que isso é um castigo divino ou que se possa estar pagando algum carma do passado. É um carma, sem dúvida alguma... a doença atinge uma pessoa e não atinje outra... Por quê? Talvez mais do que perguntar por que é dizer: "O que eu posso fazer com isso? Como que eu cresço dentro disto? Como que essa doença pode se tornar um portal para minha iluminação e sabedoria perfeita?" 

 

E não é um obstáculo. Nós achamos que somente as coisas boas são bênçãos e que se vem alguma coisa negativa é alguma coisa prejudicial que eu fiz e que estou pagando algum pecado. 

 

Nem sempre... Muitas vezes vêm problemas e dificuldades, inclusive doenças, para que possamos apreciar verdadeiramente a vida... apreciar e sentir gratidão. Sentir gratidão até pela doença, porque ela nos faz refletir sobre como nada é fixo, nada é permanente. Não é porque eu oro, porque eu medito, porque eu trabalho com espiritualidade que eu estou isento de doenças... que eu vou morrer sentadinho numa cadeira na hora que eu decidir. A vida não é bem assim.

 

As doenças vêm e elas são uma maneira de nós podermos provar a nossa fé, provar o nosso comprometimento com a vida. Eu reclamo, eu resmungo, eu acho que é injusto, que não devia ser para mim... Por quê? Devia ser para o seu vizinho? Devia ser para outra pessoa?

 

É diferente, não é, quando você acolhe o que chega para você... e faz os tratamentos adequados.

 

Hoje a ciência tem se desenvolvido muito, mas também sabemos que 90% dos nossos genes estão adormecidos. Eles são acordados através do nosso emocional. Então observe como está o seu emocional.

 

Por que essa doença chegou até mim? Que emoções eu tive? Em que momento eu tive uma abertura desse meu canal de emoções que esses genes, que não tinha em ninguém da minha família conhecida, despertaram em mim? Então tem a ver conosco, sim. Tem a ver com a nossa vida. E tem a ver com a nossa maneira de respondermos aos problemas, às doenças e às dificuldades.

 

Será que somos capazes de agradecer até mesmo a dor e a doença?

 

Boa prática!

 

 

 

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